Pontos turísticos em São Miguel e região

 

O Tenondé separou para você as atividades imperdíveis de se conhecer em sua visita à região das missões:

 

Sítio Arqueológico São Miguel Arcanjo

Um dos mais importantes monumentos históricos brasileiros, as ruínas de São Miguel pertencem, na verdade, ao mundo. Tombadas pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, ficam quase na fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina e foram heranças deixadas pelas missões jesuítas no século 17. 

 

A construção da igreja teve início em 1735 e contou com mais de cem operários guaranis. Da planta original, há vestígios do colégio, da casa dos padres e do cemitério. Na antiga sacristia é exibido um vídeo com a reconstituição computadorizada do antigo vilarejo.

Dentro do sítio arqueológico é possível visitar o Museu das Missões. Projeto criado por Lúcio Costa, a construção imita uma habitação indígena. Aqui está o maior acervo brasileiro de esculturas de santos feitas pelos índios ou trazidas da Europa. 

 

Horário de Visitação no Sitio Arqueológico São Miguel Arcanjo:


9hs ás 12hs - 14hs às 18hs, de Terça-feira a Domingo.

*Obs: nas segundas-feiras abre o sitio das 16h às 18h/ durante o horário de verão das 17h às 20h.

Valor dos ingressos para visitação ao Sítio:

-Adultos R$ 5,00
- Estudantes e crianças acima de 6 anos 2,50
- Idosos acima de 60 anos não paga.

 

O ESPETÁCULO DE SOM E LUZ

 

Espetáculo Som e Luz em Português - Diariamente

Durante o Horário de verão:  21h30min
Fevereiro, Março, Abril, Setembro, Outubro-20h.
Maio, Junho, julho, Agosto – 19h
Estudantes e pessoas com mais 60 anos – R$ 7,00
Demais pessoas: R$ 15,00

Espetáculo Som e Luz em Espanhol – terça, quinta e sábado

Durante o Horário de verão:  22h30min
Fevereiro, Março, Abril, Setembro, Outubro-21h.
Maio, Junho, julho, Agosto – 20h

Espetáculo Som e Luz em Inglês – quarta, sexta e domingo

Durante o Horário de verão:  22h30min
Fevereiro, Março, Abril, Setembro, Outubro-21h.
Maio, Junho, julho, Agosto – 20h

 

Fonte Missioneira

Descoberta em 1982 e localizada a cerca de 1 km do Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, a Fonte Missioneira servia como fonte para uso da comunidade guarani há mais de 300 anos. 

Construída em pedra grês, esta obra barroca é apenas uma das seis fontes que abasteciam a Redução na época. Segundo estudos arqueológicos, abaixo da fonte há uma série de piscinas que sugerem que o local era também usado para lazer dos índios. A visitação é gratuita e os horários para visitas são das 9 às 12hrs e das 14 às 18hrs. 
 

 

Ponto de Memória Missioneira

O Ponto de Memória Missioneira é uma atração que reúne diversos objetos que marcam a história da região das Missões e dos missioneiros ao longo dos séculos. Seu acervo abrange bens arquitetônicos, objetivos culturais, construtivos e religiosos da cultura indígena, especialmente da comunidade Mbya-Guarani. 
Com peças confeccionadas pela população local, o acervo doado à instituição dispõe de mais de 300 peças, que inclui elementos arquitetônicos, que remontam ao período dos chamados Sete Povos das Missões Orientais (séculos XVII e XVIII), além de artefatos e instrumentos de grupos de imigrantes que ocupam o atual território de São Miguel das Missões (séculos XIX e XX). Além de objetos referentes ao período pós-jesuítico, o acervo também guarda bens representativos da cultura material indígena, particularmente da comunidade Mbyá-Guarani.
 
Os visitantes do museu também podem participar do Ritual da Erva Mate, uma cerimônia liderada pelo cacique Mariano Aguirre, que reúne moradores, lideranças políticas e religiosas da comunidade Mbyá-Guarani.
 
O Ponto de Memória Missioneira está localizado na Quadra 36, lote 14, na Rua Arnoldo Daher Boays, 514, em São Miguel das Missões – próximo ao Sítio Arqueológico São Miguel Arcanjo.
 
 
 
Pórtico da Cidade
 
Criado pelo artista missioneiro Tadeu Martins, Pórtico de São Miguel das Missões está localizado na entrada da cidade, na RS 536. Você provavelmente passou por ele para chegar ao Tenondé. Esta obra é um monumento em homenagem a todos Missioneiros e possui esculturas que representam São Miguel Arcanjo, o Padre Jesuíta Cristóvão de Mendonza e Índio Guerreiro Sepé Tiarajú. 
 
No centro do portal, pode-se ler, em guarani, a famosa frase dita por Sepé Tiarajú na Guerra Guaranítica: Co Yvy Oguereco Yara (Esta terra tem dono). Frase que acabou se tornando um símbolo do tradicionalismo gaúcho e missioneiro ao longo dos anos.
 
 

A Aldeia Guarani

Verdadeiros donos destas terras, os Índios guaranis foram os primeiros habitantes destas paragens e habitam o Rio Grande do Sul há mais de 2.500 anos.
 
Foi nesta região que em 3 de maio de 1626, os padres da Compahia de Jesus, Roque Gonzales e Afonso Rodrigues inciaram contato com esta civilização buscando catequizar os nativos. A união entre os padres jesuítas e os índios guaranis se desenvolveu até a assinatura do Tratado de Madrid, o desenrolar das guerras guaraníticas que dizimaram e espalharam os guaranis pelo amplo território.
 
Depois de séculos, os guaranis retornaram as Missões nos anos 1990, onde formaram a Aldeia Tekoa Koenju. Hoje é possível vê-los frequentemente no sítio arqueológico, onde realizam a venda de seus artesanatos típicos.
Atualmente a aldeia guarani em São Miguel das Missões possui 237 hectares que, em 2001, foram comprados pelo governo do estado e cedidos aos índios. 
 
Como visitar: é necessário realizar o agendamento prévio para visita à aldeia. Peça na recepção do Tenondé.
Valores: R$ 30,00 por carro.
 
 
 
Catedral Agelopolitana
 
Atração principal da capital das missões, a Catedral Angelopolitana tem hoje espaço para acomodar 800 pessoas  Pra isso, as dimensões chegam a 50 metros de comprimento. Mas esta já é a terceira igreja construída neste local. A antiga era ainda maior. O altar, por exemplo, ficava 31 metros além de onde está hoje.
Dentro, a riqueza e o detalhamento são o maior destaque. Nas colunas, nas paredes, as pinturas e os ornamentos. Dom Estanislau Kreutz, bispo emérito da Diocese de Santo Ângelo conhece os 30 povos e diz que esta é a mais bela igreja de todas.
 
Como janelas, vitrais com desenhos e símbolos. Ao todo são 86. Em cima do altar, representam cada um dos padroeiros dos Sete Povos. 
 
Pela igreja, também as 12 lamparinas que nunca se apagam, representando os 12 apóstolos. E um dos maiores símbolos, a escultura em madeira do Cristo morto, confecionada por índios na época da antiga redução de san angel custódio.
 
Distância: 58 km de São Miguel
Entrada gratuíta.